Há muito não escrevo...Sem motivo.
Mas eis sublime instante e aconteceu:
Lembranças do amor – virei cativo –
E dentro em mim floresce – não morreu.
Por ela claudicando – um morto-vivo –
Ora ajudado por um SIRENEU.
O coração no peito – pulsativo –
E no andar errante... o bom judeu.
Prudente é lhe esquecer – mas não consigo –
Pernoita impertinente em meu abrigo,
A obsessão de ter você... querida.
S’inda lhe resta um grão de afinidade,
Vem dividir comigo esta saudade.
Fazer o que quiser da minha vida.