Não sei tu, mas aqui estou sozinho,
amargando o sofrer da solidão,
procurando contudo outro caminho,
sem achar; nessa busca... tudo em vão.
O vazio continua no meu ninho,
afligindo o cansado coração,
que hora bate já bem devagarinho,
me avisando que é tempo de perdão.
E eu te peço perdão pelo meu erro.
O meu lar transformou-se num desterro,
sem teu carma fervente, abrasador.
Vem depressa trazer o teu alento,
aplacar com carinho meu sofrimento,
eu não sei mais viver sem teu amor.