Nem a lua que inspira o seresteiro,
nem a luz da estrela matutina,
nem o brilho da folha da bonína,
nem a chama que vem do candeeiro,
nem a luz que ilumina o meu outeiro,
nem o brilho sintético de farmácia,
nem o orvalho da pétala da acácia,
nem o claro que o trem deixa no trilho,
nem o sol, astro rei, tem tanto brilho