Se fenecida a rosa que te mando,
foi, pelo tempo ingrato vitimada.
Amiga, saiba, foi te venerando...
sinto por ti minh’alma viciada.
O teu silêncio vil me libertando
à força, imposto numa tropelada,
fazes que eu sintas fria me expulsando,
do teu caminho partindo em disparada.
Mas no entanto te desejo a glória;
No teu trajeto somando vitória,
sem ter grilhões... livre... sós... liberta.
Cá no meu mundo te quero altaneira,
vencendo os teus estorvos prasenteira,
e eu, velhinho, pra ti, com a porta aberta.