Lateja dentro em mim uma batida,
bem forte, cada vez mais insistente.
Não é para alertar que isto é vida,
Mas... pra lembrar alguém que está ausente.
Tento fazer a mente distraída
alguns segundos só e de repente,
me flagro com saudade –essa bandida-
a perseguir-me, fria, novamente.
Sou dominado pelo pensamento,
me rendo combalido e não agüento,
esse desprezo... semana após semana.
Tal infortúnio, em mim, quem está causando,
levando a paz, o sono me tirando,
é a mulher que amo: é Adriana.