a sofrer os caprichos do destino.
Tens um fardo pesado em tua estrada
e essa tua desdita eu abomino.
Não é digna de ti esta jornada,
não mereces viver em desatino,
pois só pregas o bem na caminhada,
tens na alma o amor do Deus menino.
E o teu infortúnio, esse eu malsino,
como o tempo cruel, feio, ladino,
a correr contra ti como um corcel.
Haverão de te ver muito feliz,
na vivenda que tens noutro País,
pois eu sei serás santa lá no céu.
Irmãe? Sim! Sempre foi muito a minha mãe também. Tenho por ela um sentimento comparado
ao amor de mãe.
ao amor de mãe.
Ela não é só doce... ela é Santa.
Um beijo, Teté.