MEU “CUMPADE”

Meu “cumpade”, eu senti muita saudade
de você que é puro e é decente.
E o que sinto é com muita vaidade!
És amigo do bom..., linha de frente.


Procurei, meu “cumpade”, a paridade,
lhe pudesse igualar a algum vivente,
mas confesso que achei dificuldade;
se houver, lhe garanto, é pouca gente.


Sei que vai os seus dias terminar
em hipótese alguma se dobrar
a alguém sem caráter, sem pudor.


Nessa vida, “Cumpade”, as coisas boas
com certeza encontramos nas pessoas
que tem alma e no peito muito amor.


02 de dezembro de 2003