VEM COMIGO

Ai, Adriana... como a dor é grande.
Sabes, bem sei, existo se te amando.
Se tens o chá pra essa dor me mande,
ou morrerei de angústia te esperando.

Ai, Adriana... vem comigo, ande!
O meu viver é todo te aguardando.
Involuntário o meu querer se espande,
incontrolado, não sei até quando.

Ai, Adriana... sem os teus abraços,
não sei como serão esses meus passos
na busca eterna do meu reviver.

Talvez que sejam incertos, vacilantes,
sem sincronia, pisando inconstantes.
Ai, Adriana... és tu a cura do meu padecer.